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A magia de viajar sem sair de casa!
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Apaixone-se!
♥️
Boa viagem!
Faça uma incrível viagem para Europa sem sair de casa. E viva um amor em Veneza!
Sinopse:
Beatriz Mayer é especialista em
histórias de amor. Escritora best-seller,
seus livros ocupam a categoria dos mais
vendidos com romances capazes de fazer qualquer pessoa perder o fôlego. Se
na ficção é sucesso, na vida real sua história é bem diferente.
Com um passado obscuro, que
marcou sua vida para sempre, Beatriz decide se reerguer e acredita que a
realização de um antigo sonho possa ser excelente ponto de partida para um reencontro consigo mesma.
Leonardo Sartori perdeu tudo que
tinha: sua família, seu trabalho, sua honra, sua identidade. Perdas que
deixaram um profundo vazio em seu coração e dilaceraram sua alma.
Depois de um longo tempo, enfim,
é o momento de “voltar para casa” e fazer as pazes com a cidade que sempre o
acolheu com amor, mas que foi palco para sua tragédia pessoal.
Considerada uma das cidades mais
românticas da Europa, Veneza é o cenário para muitas histórias de amor. É lá,
no carnaval mais antigo do mundo, que os caminhos de Beatriz e Leonardo se
encontram. Ou se perdem? Será tudo fantasia? Ou o começo de uma nova realidade?
Dois corações quebrados podem se
curar mutuamente?
Descubra em Um amor em Veneza.
Olá meus amores!
Como estão todas? Por aqui, novidades!
AMANHÃ será lançada na Amazon mais uma nova aventura de André Villardes, o nosso convidado penetra mais charmoso, sexy, irresistível e, é claro, atrapalhado! E agora, vejam vocês, apaixonado!
Esperem um pouco! Apaixonado???
Pode, produção?
Calma, vou explicar direitinho... hehehehe.
Quem se lembra da aventura do André em O convidado penetra no Natal? Quem se lembra dele no shopping derrubando todos os presentes da loja? Impossível esquecer, não é? E quem se lembra de quando Luíza, a sobrinha encantadora do nosso herói, pediu ao "delicioso Papai Noel" uma namorada para seu tio? Pois é... é nesta confusão toda que André Villardes vai se meter em O convidado penetra e a namorada de mentira.
Preparem-se para muitas paixões e, é claro, confusões! Vocês vão rir e se apaixonar!
Vamos à sinopse?
Como estão todas? Por aqui, novidades!
AMANHÃ será lançada na Amazon mais uma nova aventura de André Villardes, o nosso convidado penetra mais charmoso, sexy, irresistível e, é claro, atrapalhado! E agora, vejam vocês, apaixonado!
Esperem um pouco! Apaixonado???
Pode, produção?
Calma, vou explicar direitinho... hehehehe.
Quem se lembra da aventura do André em O convidado penetra no Natal? Quem se lembra dele no shopping derrubando todos os presentes da loja? Impossível esquecer, não é? E quem se lembra de quando Luíza, a sobrinha encantadora do nosso herói, pediu ao "delicioso Papai Noel" uma namorada para seu tio? Pois é... é nesta confusão toda que André Villardes vai se meter em O convidado penetra e a namorada de mentira.
Preparem-se para muitas paixões e, é claro, confusões! Vocês vão rir e se apaixonar!
Vamos à sinopse?
Para satisfazer o desejo de sua sobrinha, a quem é incapaz de dizer “não”,
André Villardes decide arrumar uma namorada. O problema é que ela é de mentira.
Ok, ele sabe, ela sabe, e todos estão felizes, inclusive a sobrinha, que está
encantada com o romance do tio.
Mas nada é tão simples quanto
parece, e André descobrirá isso da única maneira que sabe: se metendo em
confusão.
Embarque em mais uma aventura louca e apaixonante do convidado penetra
mais charmoso, sexy e atrapalhado de todos os tempos. Agora com namorada! (ou
não?)
O convidado
penetra e a namorada de mentira. Você vai rir e se apaixonar.
Sobre o dia dos namorados, é claro que André Villardes chegaria atrasado! kkkkkkkkkkk
E enquanto o lançamento não chega, que tal curtirmos o primeiro capítulo desta deliciosa e hilária aventura?
Vamos lá?
(FESTA DE CASAMENTO)
Abri os olhos
sentindo algo em cima de mim, o peso na altura do peito, e nas pernas. Uma
lufada de ar quente bateu em minha pele, como se fosse respiração. Respiração? Olhando pelo canto do olho
pude ver a forma deitada, o belo espécime que estava ao meu lado naquela manhã.
Apertei os olhos, na tentativa de me lembrar alguma coisa. Nada, além do sino maldito que tocava em minha cabeça.
Percorri o
lugar e o que minhas retinas captaram não tinha nenhuma relação com meu quarto.
Foi quando me dei conta de que estava em um motel. Puta merda! Na porra de um
motel! Olhei para o teto e vi meu próprio reflexo no espelho ao lado da loira. Belas pernas! Pensei, e aos poucos as lembranças
vieram.
Eu estava numa
igreja, no último banco, e a loira chegou timidamente, sentando-se ao meu lado.
Belas pernas!, lembro de ter pensado.
Era o casamento do meu amigo João, quer dizer, eu não estava especificamente no casamento do meu
amigo, mas no de outro João. Sou um tanto atrapalhado, e acabei por trocar as
igrejas, entrando de penetra no casamento do João errado.
Bom, nada foi
perdido, afinal, há uma loira ao meu lado. Como veio parar aqui? Como é mesmo o
nome dela? Maria? Não, essa é a noiva, ops, esposa
do João. O pensamento trouxe um gosto amargo. João, meu amigo, meu amigão de farra, se casou! Não, o nome
dela não é Maria, é Rita, acho. Ou seria Carla? (Ainda estou me referindo à esposa do meu amigo).
As lembranças,
aos poucos, me invadiram: um grande salão repleto de gente bonita dançando ao
som dos anos 80 e 90. Capital Inicial?
Foi mesmo um festão! João estava trêbado,
mas feliz. Sim, meu amigo estava feliz e isso era o que realmente importava. De
repente, me peguei sorrindo como um bobo quando uma imagem me veio à mente: eu,
João e Caio batendo nossos copos, o uísque sendo derramado.
— Estou feliz
pra caralho, porra! — João gritou com a voz enrolada. — Vocês deveriam tentar
isso! — continuou, se referindo ao casamento com a Maria, Rita, Carla, Adriana,
sei lá!
— Vou tentar
enfiar esse copo no seu rabo! — Caio rebateu, ao mesmo tempo em que lhe mostrei
o dedo do meio, e João gargalhou.
Não restava
dúvidas! Mesmo casado, meu amigo estava feliz! Por que não fui o padrinho? Longa
história...
Um gemido me
trouxe de volta à realidade. Olhei para o lado e um lindo par de olhos claros
me encarou.
— Bom dia! —
cumprimentou animada, espreguiçando-se.
O movimento
fez com que o lençol se afastasse, revelando seus peitos e despertando em mim
uma vontade louca de tomar o café da manhã. Entretanto, um pensamento me atingiu:
estávamos num casamento e eu estava trêbado.
Céus, será que lhe prometi alguma coisa? Enquanto as ideias me massacravam, a
loira me deu um beijo casto e se levantou, entrando no banheiro e fechando a
porta. Ouvi quando a torneira foi aberta.
Merda, André! Lembre-se, caralho! Como chegaram até
aqui? Forcei a
mente, mas não consegui nada além de imagens isoladas, como se fossem flashes: eu na igreja, na fila para os
cumprimentos aos noivos, que não eram o meu amigo e sua dona; abrindo a porta do meu carro para a loira; chegando ao salão
onde aconteceu a festa de arromba do meu amigo João; Maria (ou seja lá o nome
da dona dele) me fuzilando com o
olhar. Sim, ela não vai muito com minha cara e isso faz parte da longa história
que está intimamente ligada ao fato de eu não ter sido o padrinho de casamento
de um dos meus melhores amigos.
— O que mais?
— perguntei a mim mesmo, ouvindo o barulho da descarga.
O chuveiro
foi aberto e precisei controlar a maldita vontade de me juntar a ela. Eu não
poderia fazê-lo, não antes de saber exatamente o que estava acontecendo.
— Maldito
uísque! — amaldiçoei inutilmente, sabendo que a culpa, no fundo, era minha.
Provavelmente eu e meus amigos bebemos de todo o líquido disponível naquela
festa.
Apertei os
olhos mais uma vez e outras imagens vieram. Eu e ela num carro que não era o
meu, abrindo a porta deste quarto, tirando nossas roupas. Puta merda! Como será que foi meu desempenho? Pensei, ligeiramente
incomodado, afinal eu estava quadribêbado!
(Santo Deus, existe esta palavra?)
Logo o
barulho da água cessou, mas não meus pensamentos. Eu ainda tentava,
desesperadamente me lembrar dos acontecimentos.
— Oh, Deus,
me ajude! Eu prometo que nunca mais vou beber! Não, mentira, vou beber sim, mas
não tanto quanto bebi na noite passada. Ok, talvez eu beba, um dia, mas, por
favor, me ajude a lembrar! — pedi sincero (e um tanto nervoso).
Mais flashes invadiram minha mente: eu e ela
entrando num carro amarelo (um táxi?), eu enfiando a mão em seus peitos e ela
rindo sem parar. Palavras... a maioria,
obscenas, na verdade.
A porta abriu
e ela surgiu enrolada numa toalha, enquanto secava o cabelo com outra. Parecia
leve, descontraída, o que era bom sinal. Talvez meu desempenho tenha sido como
sempre foi: com o selo André Villardes de
qualidade.
— Desculpe
não tomar café da manhã com você, mas preciso ir.
Pisquei
algumas vezes, sem saber o que responder. De fato, a loira estava facilitando a
minha vida. Era assim que as coisas deveriam ser: uma bela trepada e depois
cada um para suas casas. Sem maiores problemas ou complicações. Ela deixou a
toalha cair, revelando sua nudez e meu pau respondeu na hora.
— Podíamos
nos despedir, pelo menos — respondi de supetão, quer dizer, meu pau me mandou
dizer aquilo.
Ela se virou
em minha direção, colocando as mãos na cintura e me lançando um sorriso
devastador. Era realmente uma mulher
linda! Uma das mais bonitas que conheci.
— Não me
tente, André!
Engoli em
seco. Puta merda, ela sabe meu nome!
Pensei.
— Realmente
preciso ir embora. Bebemos todas ontem, você não me deixou dormir a noite toda,
o que, diga-se de passagem, adorei!
Opa! Vocês estão vendo o sorriso petulante brotando em meus
lábios. Sim, definitivamente foi com o selo André
Villardes de qualidade!
— Mas,
realmente preciso repor minhas energias para o novo trabalho na segunda-feira,
aquele que comentei com você na festa.
— Ah... —
respondi sem ter a menor ideia do que se tratava. — Tudo bem, vou tomar um
banho rápido e te levo pra casa.
— Não
precisa, pego um táxi.
— De jeito
nenhum! — rebati na hora! O que era aquilo? Seria muita grosseria colocá-la num
táxi como se fosse uma mercadoria: por
favor, entregue na rua... Nada a ver com o selo Andr...
— Está tudo
bem. De verdade. — Sua voz interrompeu meus pensamentos. — Moro aqui perto, sem
neurose!
Eu já estava
de pé e ela deliberadamente segurou meu pau, masturbando-o enquanto beijava
minha boca.
— Tenho a ligeira
impressão de que você precisará de outro banho.
Foi a última coisa que eu disse antes de jogá-la
na cama mais uma vez.
O convidado penetra e a namorada de mentira.
Lançamento oficial: 19/06, na Amazon. ❤
Meus amores,
Com o coração repleto de amor e emoção, trago para vocês a capa de Armadilhas do Amor.
O livro mais esperado dos últimos tempos (por mim, pelo menos kkkkkk) já tem data de lançamento na Amazon. Anotem aí:
Lembrando que as postagens continuam no Wattpad.
Este é um projeto super especial para mim, e agradeço a cada um de vocês por fazerem parte dele.
Procurei homenagear ao máximo minhas queridas leitoras presenteando esses lindos personagens com os nomes de vocês. Infelizmente não deu para entrar todos... ainda...
Gostaria de agradecer a minha incrível capista Daiane Quinelato Marinho pelo belíssimo trabalho - como sempre! Dai arrasa!
Estou apaixonada por esta capa! É o nosso delicioso Rafael, nossa heroína Milena, meu amado Rio de Janeiro e, é claro, vocês que eu tanto AMO! Todos na capa deste livro incrível e especial, que com tanto carinho, amor e dedicação escrevi para vocês!
Que venha 01 de março! #vemRafael
Com o coração repleto de amor e emoção, trago para vocês a capa de Armadilhas do Amor.
O livro mais esperado dos últimos tempos (por mim, pelo menos kkkkkk) já tem data de lançamento na Amazon. Anotem aí:
Dia 01 de março
Lembrando que as postagens continuam no Wattpad.
Este é um projeto super especial para mim, e agradeço a cada um de vocês por fazerem parte dele.
Procurei homenagear ao máximo minhas queridas leitoras presenteando esses lindos personagens com os nomes de vocês. Infelizmente não deu para entrar todos... ainda...
Gostaria de agradecer a minha incrível capista Daiane Quinelato Marinho pelo belíssimo trabalho - como sempre! Dai arrasa!
Estou apaixonada por esta capa! É o nosso delicioso Rafael, nossa heroína Milena, meu amado Rio de Janeiro e, é claro, vocês que eu tanto AMO! Todos na capa deste livro incrível e especial, que com tanto carinho, amor e dedicação escrevi para vocês!
Que venha 01 de março! #vemRafael
Queridos Leitores,
É com muito carinho, orgulho e emoção que divulgo a capa de Uma noite apenas!
É com muito carinho, orgulho e emoção que divulgo a capa de Uma noite apenas!
Sim! Dr. King e Angelina Brooks estão de volta! E ela, nossa poderosa senhorita Brooks, está na capa! OMG! Gente, esta capa está MUITO Angelina! \o/
O livro será lançado na Bienal do Livro SP pela Editora Novo Século, e virá todo reformulado para vocês. Só digo uma coisa: Está LINDO! E BEM FORTE!
Gostaria de agradecer imensamente aos profissionais da Novo Século que trabalharam neste projeto e conseguiram pegar a essência da história, deixando Uma noite apenas mais bonito, mais eletrizante e muito mais "bem forte" do que já era! Estou muito feliz com o resultado desta linda parceria, e tenho certeza de que vocês leitores ficarão também! Querem uma provinha disso?
Olha a capa aí gente!
Carpe Diem!
Junho, seu gostoso, seja muito bem-vindo! E nos traga, além do Dia dos Namorados, um conto muito, muito lindo!
Aí junho responde: Sim senhora! \o/
Minhas Lindas, preparem-se! Sucesso de leituras no Wattpad, já está disponível na Amazon:
Era fato: Seu marido tinha outra! Ou estaria imaginando coisas?
Como conviver com o fantasma de uma suposta traição?
Isabel não poderia permitir que seu marido tivesse uma amante. Entretanto, caso ele necessitasse de uma, ela saberia exatamente onde encontrá-la.
A Amante do meu marido.
Um Conto para mulheres casadas.
E não casadas também.
Com mais de sete mil leituras no Wattpad com apenas três capítulos postados, este conto já conquistou milhares de mulheres e está disponível na íntegra para vocês aqui! E, além disso, para comemorar este mês lindo, virá com uma super PROMOÇÃO!
Aí junho responde: Sim senhora! \o/
Minhas Lindas, preparem-se! Sucesso de leituras no Wattpad, já está disponível na Amazon:
A amante do meu marido
Sinopse: O que fazer quando o homem que você ama e escolheu para sua vida se torna um completo estranho?
Isabel e Ricardo tinham um casamento inabalável, até ambos se tornarem "invisíveis" um para o outro: não se viam, não se falavam. Não se tocavam.Era fato: Seu marido tinha outra! Ou estaria imaginando coisas?
Como conviver com o fantasma de uma suposta traição?
Isabel não poderia permitir que seu marido tivesse uma amante. Entretanto, caso ele necessitasse de uma, ela saberia exatamente onde encontrá-la.
A Amante do meu marido.
Um Conto para mulheres casadas.
E não casadas também.
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É isso mesmo! NÃO é sorteio! COMPROU, GANHOU! mas, ATENÇÃO! É preciso seguir o regulamento da promoção! Vamos a ele?
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IMPORTANTE: No campo "assunto" do e-mail, colocar "promoção Descubra-se!".
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Deus perdoa. O Senhor Logan não.
Agora na sua casa.Queridos Leitores,
Muitos de vocês me pediram para escrever um livro do Conto O Convidado Penetra. Bom, não consegui ainda me dedicar à escrita de um livro desta história que eu adoro, pois estou mergulhada em outro projeto (que também amo de paixão). Contudo, vejam a surpresinha que preparei para vocês:
É isso aí! O Convidado Penetra no Natal será publicado na Amazon na próxima terça feira, 01 de dezembro. Natal chegando, e o melhor presente é rir! E rir muito! Aliás, que tal boas gargalhadas? Então, preparem seus maxilares que André Villardes virá com a corda toda!
Gente, sério! Se você riu com André em O Convidado Penetra, posso garantir que o cara está impossível neste Conto! O Convidado Penetra no Natal é diversão garantida!
Hahahahahahahahaha nem eu aguentei! \o/
Enquanto Dezembro não chega, que tal aquela degustação bacana? Preparados? Então, vamos lá, porque rir é o melhor presente.
Muitos de vocês me pediram para escrever um livro do Conto O Convidado Penetra. Bom, não consegui ainda me dedicar à escrita de um livro desta história que eu adoro, pois estou mergulhada em outro projeto (que também amo de paixão). Contudo, vejam a surpresinha que preparei para vocês:
É isso aí! O Convidado Penetra no Natal será publicado na Amazon na próxima terça feira, 01 de dezembro. Natal chegando, e o melhor presente é rir! E rir muito! Aliás, que tal boas gargalhadas? Então, preparem seus maxilares que André Villardes virá com a corda toda!
Gente, sério! Se você riu com André em O Convidado Penetra, posso garantir que o cara está impossível neste Conto! O Convidado Penetra no Natal é diversão garantida!
Hahahahahahahahaha nem eu aguentei! \o/
Enquanto Dezembro não chega, que tal aquela degustação bacana? Preparados? Então, vamos lá, porque rir é o melhor presente.
SÁBADO, vinte e três de dezembro, e
eu em um shopping da Zona Norte do Rio de Janeiro.
Vinte
e três de dezembro!
Antes de
qualquer coisa, preciso mencionar que sou um cara um tanto “diferente”. Sabem
aqueles personagens de romances quentes e filmes de James Bond: cheios do
dinheiro, poderosos, charmosos e sensuais? Pois é, este sou eu. Ok, talvez não
tão endinheirado assim, mas com grana suficiente para pagar as contas e adquirir
muitos luxos particulares.
Contudo, há um
pequeno detalhe que me torna “diferente”, conforme mencionei anteriormente: sou
um tremendo desastrado! Sim, sei que isso não combina, e muito menos seja
qualidade digna do homem perfeito, porém, acreditem, ainda que um pouco
desajeitado, tenho o meu sexy-appeal.
Voltando ao
shopping, as lojas estavam abarrotadas e os corredores não estavam diferentes.
Fechei os olhos por segundos. Somente Luíza era capaz de me levar para dentro
de um shopping lotado, praticamente na véspera do Natal.
Culpa
sua, André! Quem mandou deixar para a última hora?
Soltei o ar com
força, irritado comigo mesmo e com minha consciência. Sim, detesto ser
criticado (embora, na maioria das vezes eu mereça bastante), ainda que por mim
mesmo.
Olhei para os
lados mais uma vez. Luíza. Sim, ela
era a única razão para eu estar naquele lugar, naquele momento.
- O que eu não
faço por esta linda garota? – Sussurrei como um bobo.
Mas
quem é Luíza, afinal?
Vocês devem estar se perguntando. Ela é a dona do meu coração, a única mulher
capaz de me fazer derreter completamente. Ok, não tão mulher assim, mas ela o
faz. Ela é linda, carinhosa e muito, muito fofa! Se com seus cinco anos de
idade é capaz de me transformar num completo capacho, imagino o que esta garota
fará com os homens quando for uma mulher de verdade!
Absolutamente
NADA! Meu
consciente gritou e, devo admitir que ele estava coberto de razão. Nunca, eu
disse nunca deixarei qualquer ser que
tenha algo balançando entre as pernas aproximar-se de minha sobrinha!
Balancei a
cabeça procurando me concentrar na missão e caminhei em direção a um corredor
próximo. A distância era mínima, mas pareceu levar uma eternidade para eu
chegar lá. Segui em frente encontrando o lugar perfeito: enorme e com todos os
tipos de brinquedos da face da Terra.
Cheia, é claro.
Melhor dizendo, LOTADA! Fechei os olhos mais uma vez antes de sussurrar.
- Tudo por você,
meu anjinho.
Caminhei para
dentro da Disney improvisada e logo
meus ouvidos foram invadidos por gritos histéricos de crianças e seus
brinquedos barulhentos. Sou míope, então, estreitei meus olhos na tentativa de
enxergar melhor e olhei à frente, procurando manter o foco, caminhando para o
fundo da loja.
Ela tinha uma
disposição interessante: várias estantes com prateleiras, como se fosse uma
biblioteca, entretanto, ao invés de livros, milhares de brinquedos expostos.
Deparei-me com um funcionário arrumando alguns brinquedos numa dessas estantes,
provavelmente fazendo a reposição. Havia várias caixas de papelão espalhadas
pelo chão e, conhecendo-me perfeitamente, resolvi não seguir por aquele
caminho, a fim de evitar “acidentes”.
Segui para o
outro lado, quando meus olhos foram atraídos por uma bela jovem. Estatura
baixa, cabelo escuro, preso no alto da cabeça. Ela vestia uma calça preta e uma
camisa estilo Polo da mesma cor, com um crachá que, naquele momento, passou
despercebido por mim, pois estava ocupado demais com seus peitos.
E que peitos!
- Posso
ajudá-lo, senhor?
Sua pergunta
quase me fez rir. Eu estava olhando para os seus peitos e ela me pergunta se
pode ajudar?
Concentre-se
André Villardes!
- Sim, por
favor. Procuro um presente para minha sobrinha, ela tem cinco anos. – E é a menina mais linda do mundo!
- Por aqui,
senhor. - Disse com seus olhos escuros, apontando à frente. Segui-a e meus
olhos foram atraídos para sua bunda, logicamente.
- Acredito que
encontrará tudo de que precisa. – Virou-se em minha direção, interrompendo os
pensamentos obscenos que começavam invadir minha mente pervertida. - Qualquer
coisa, por favor, me chame. Aline. – Concluiu apontando o crachá em seu peito e
eu engoli em seco.
Preciso
pensar em alguma coisa!
Aline, André... Ambos começam com A e
terminam com E. Que coisa ridícula!
Pigarreei,
agradecendo da melhor forma que pude, e ela saiu.
Sacudi a cabeça
e observei a tal estante cheia de sonhos. E não é que a Aline estava certa?
Havia de tudo um pouco: bonecas, bicicletas, tapetes coloridos, protótipos de tablets, casinhas de boneca,
maquiagens... Espere um minuto! Maquiagens? Franzi o cenho, passando para outro
corredor. Desde quando meninas de cinco anos usam maquiagem?
Continuando
minha caminhada, deparei-me com jogos, bichinhos de pelúcia, e até casinhas
super montadas com jogos de panelas. Recuso-me a dar isso de presente para a
Luíza! Minha sobrinha não vai cozinhar para nenhum marmanjo idiota! Ela será
levada aos melhores restaurantes do mundo! Por mim, é claro! Minha sobrinha
será freira e nenhum idiota vai tocar nela! O que é? Não me julguem! É minha sobrinha e eu sei o que é melhor para ela! Imagine se ela se depara com homens
como eu, Caio e João? Não! Definitivamente NÃO!
Balancei a
cabeça mais uma vez, eu precisava manter o foco, entretanto, a missão estava
mais difícil do que eu poderia supor.
Olhei à frente e
vi a morena mais uma vez. Ela seguiu em direção à prateleira de onde eu tinha
vindo e lógico que a segui, fazendo todo o caminho de volta, quando ela parou
para falar com uma garota. Observei-as e logo percebi que usavam uniformes. A
menina com quem ela falava era esquisita. Seu cabelo também era escuro, mas não
gracioso como o de Aline: de um lado, cortado à máquina dois e do outro, cheio
até a orelha, com alguns fios que iam até o pescoço.
Essa
menina não tem nenhuma noção de simetria? Pensei.
Em sua orelha,
um círculo maior do que minhas bolas! Fiz uma careta. Quem coloca uma coisa
dessas? Seus olhos estavam carregados de preto e em seus lábios carnudos, um
batom roxo. Ela não era uma mulher feia,
mas a impressão era de que tentava fazer de tudo para ser.
Ela disse alguma
coisa e Aline sorriu. A esquisita abriu a boca em resposta, em um “Ah!”,
batendo em sua própria testa como se lembrasse de alguma coisa, e eu juro que
vi algo metálico em sua língua.
Porra!
Ela olhou em
minha direção e imediatamente desviei meus olhos, mantendo-os na estante à
minha frente, onde a porra de uma porca rosa me encarava. Não sei quem era mais
assustador: a esquisita ou a porca a minha frente! Será que a menina não
assustava as crianças daquela forma?
Olhei para a porca
mais uma vez. Havia de várias formas: de pelúcia, articulada, pequena, grande.
Creio em Deus Pai Todo Poderoso! Quem em sã consciência ia querer um troço
desses?
Exalei com força
antes de olhar as meninas mais uma vez. Aline ainda estava lá, mas sem a amiga
assustadora. Ela seguiu em frente e eu resolvi caminhar atrás dela. Numa fração
de segundos, fui iluminado por uma ideia fantástica: eu pediria ajuda.
Aline caminhava
lentamente, quando foi abordada por uma mulher conduzindo um carrinho de bebê com
uma das mãos, enquanto a outra segurava uma caixa de brinquedo. Ela parecia um
pouco confusa. Disfarçadamente, parei na estante fingindo procurar por alguma
coisa quando uma boneca me chamou atenção: loira, com o cabelo impecável e
expressivos olhos, tão azuis como o seu vestido de princesa. Na caixa, a
descrição: Barbie.
Ela
é a cara da Luíza! Pensei.
Sim, eu sou um tio babacão! Mas Luíza é
exatamente assim! Sorri com o pensamento, pegando a caixa, e quando olhei à
frente, onde estava Aline?
Estreitei os
olhos, virando a cabeça de um lado para o outro, na tentativa de encontrá-la. O
problema é que por causa da minha miopia não enxergo nada além do que eu
consiga tocar. Ok, sou um pouco exagerado, mas... Droga! Eu precisava, pelo
menos, trocar algumas palavras a mais com ela!
Virei de lado e
a vi no centro da loja. Aí está você!
Pensei enquanto um sorriso satisfeito se formou em meu rosto. De repente, a
loja pareceu sacudir.
Não, lógico que
a loja não se mexeu, mas eu sim! Lembram-se do rapaz arrumando suas mercadorias
nas prateleiras e suas caixas espalhadas pelo chão? Lembram-se também do
desastrado na loja, vulgo, eu? Pois
é... A sequência que se desenrolou a seguir foi tão constrangedora, que nem sei
por onde começar!
Eu não sei ao
certo, mas tudo indica que tropecei em alguma caixa no meio do caminho, mas o
fato é que perdi totalmente o equilíbrio, indo de encontro ao chão – por esse
motivo, a loja pareceu se movimentar diante dos meus olhos.
Minhas mãos,
porém, apoiaram-se na estante. Seria perfeito, se ela fosse fixa.
Entretanto, não
era.
Vocês já ouviram
falar sobre o “Efeito Dominó”? Quando se posiciona uma peça à frente da outra,
e basta tocar levemente a primeira para desencadear uma reação? Foi exatamente
isso que aconteceu com as estantes, e eram cinco no raio onde eu estava.
Somem-se a isso
o fato de elas estarem abarrotadas de brinquedos e a loja, de clientes. Minha
sorte é que não havia ninguém entre as estantes! A maioria das pessoas estava
do outro lado da loja se divertindo com a grande estátua do Homem de Ferro lá
exposta.
Tum! Tum! Tum!
Tum! Tum! E foi assim que cinco estantes desmoronaram levando seus brinquedos
juntos, e a mim também, em uma loja lotada, praticamente na véspera do Natal.
Foi um estrondo!
Dá para imaginar
a cara de espanto das pessoas ao ver o idiota rolando no meio do salão?
Gritaria, histerismo, até que o silêncio se instalou por segundos, para então
ecoar a respiração maquiavélica de Darth
Vader e sua voz metálica:
Luke,
eu sou o seu pai!
Puta que pariu!
Mesmo com a voz
de Sir Lord Vader, TODOS olhavam para
o babaca estirado no chão, com a Barbie em sua calça jeans, cabeça para baixo,
como se estivesse lhe pagando um belo boquete.
Pu-ta-que-pa-riu!
E então, a
confusão.
- Allah, Allah!
O “senhora” está bem? – Um gordo barbudo perguntou se dirigindo a mim, porém,
antes que eu pudesse responder, seus olhos faiscaram na direção oposta. - O que
você fez?
O turco gritou
histericamente com as mãos na cabeça para uma pálida Aline, que tentava se
explicar da melhor forma possível, dizendo que não havia sido sua culpa. O
louco, porém, parecia não ouvi-la e eu realmente precisava dar um jeito
naquilo.
- Senhor, por
favor, o erro foi meu.
O homem olhou na
minha direção, a confusão sendo imediatamente substituída pela consternação ao
olhar minha calça. Ele engoliu em seco.
Ah!
Por favor!
Tirei aquela porra de boneca do meu pau e tentei me levantar, buscando alguma
dignidade. Olhei à frente e um moleque da idade da Luíza segurava um carrinho
de controle remoto, enquanto ria descaradamente na minha cara.
Ele
está mesmo rindo de mim? É claro que está! Sim, eu pergunto e eu mesmo respondo.
- O “senhora”
está bem?
O turco
interrompeu meus pensamentos e quase revirei os olhos, mas me contive.
– Estou bem, obrigado. – Enfatizei a palavra. É
senhor, porra! -Desculpe-me o transtorno, por favor, faço questão de pagar por
todas as avarias. – Pedi.
- Oh, por favor,
o “senhora” não precisa se preocupar!
O
Senhora é minha bunda!
Pensei irritado. Como não precisaria me preocupar? Nunca permitiria que ele
descontasse qualquer centavo de Aline, porque bem sei que era exatamente o que
aquele turco maldito tinha em mente. Não, isso não tem qualquer relação com o
fato de eu estar um pouco interessado nela, apenas por um motivo simples:
jamais permito que um inocente pague por meus erros, sejam eles quais forem.
- Faço questão.
Respondi
decididamente e o homem engoliu em seco, enquanto uma pálida Aline me encarava
com seus olhos escuros, completamente perdida. Tive a ligeira impressão de que
ela tremia. Nesse momento, a esquisita pegou em sua cintura, olhos arregalados,
perguntando se amiga estava bem. Bom, pelo menos ela parece se preocupar com
ela.
- Por favor,
calcule seu prejuízo e desconte com a compra que farei. – Concluí entregando
meu cartão ao turco que, sem pestanejar, girou nos calcanhares o mais rápido
que conseguiu.
- Obrigada. –
Aline gaguejou. – Você está bem? Machucou-se?
A esquisita já
tinha dado o fora e eu olhei em sua direção. Suas feições eram delicadas, nariz
levemente arrebitado, pele clara e olhos bem escuros. Seus lábios eram
carnudos, carregados de um batom brilhante, desses que dá vontade de beijar.
- Estou bem. E
você?
Ela sorriu de
forma tensa. – Pensei que seria despedida. Faz um mês que estou na loja, sou
extra.
Pisquei e ela
concluiu com um leve sorriso. – Extra de Natal.
- Ah...
- Não pretendo
fazer carreira aqui, mas enquanto não encontro nada melhor, dá para fazer uma
grana nessa época do ano. – Deu de ombros.
- Garantir o
carnaval, pelo menos. - Completei em tom de brincadeira. Ela sorriu e meu pau
acordou. Merda!
- Então escolheu
a loira? - O que? Olhei confuso e ela
apontou à frente, para a caixa da Barbie destruída no chão. – As Princesas.
Você escolheu a loira.
- Ah... Sim,
claro, é para minha sobrinha.
- Sim, você me
disse.
Não
seja repetitivo, André!
Pensei. O fato, porém, é que não sei conversar, ou melhor, não estou muito
acostumado. Geralmente pago uma bebida e antes que ela acabe a mulher já está
no meu colo. Ok, não estamos numa boate.
- Obrigada mais
uma vez. – Ela estava se despedindo e eu precisava ser rápido.
-
Quem sabe podemos tomar um café?
- Aline, estou
precisando de ajuda...
A esquisita
voltou me olhando com cara de poucos amigos. Qual é a dela?
- Claro, Val. –
Aline respondeu sem jeito, olhando para mim em seguida. – Meu break será as três, terei quinze
minutos.
Olhei o relógio
em meu pulso, antes de lhe devolver um sorriso sedutor. – Vejo você daqui a uma
hora.
Ela sorriu me
entregando outra caixa da Barbie Princesa intacta.
Segui ao caixa caminhando com cuidado, na
tentativa de não causar outro acidente. Na fila, deparei-me com o moleque e seu
carrinho de controle remoto. Ele lançou seu olhar perverso na minha direção e
lhe mostrei a língua.
- Vou pegar o
seu carrinho! – Disse sem produzir nenhum som. Péssima ideia! O moleque abriu o
berreiro em plena loja.
Aproveitei os
segundos em que a mãe estava distraída no celular e saí da fila imediatamente,
a fim de não causar outra confusão. Foi a vez de o meu celular tocar. Olhei o
visor e revirei os olhos.
- Fala Ju!
- Onde você
está?
- No motel e
você?
- Vai à merda,
André! Se você estivesse no motel é claro que não me atenderia!
Revirei os olhos
mais uma vez, minha irmã é chata pra
cacete!
- Ainda bem que
a Luíza puxou o pai.
- Vai se foder!
Ela não tem NADA do pai!
Gargalhei! Quer
irritar a Juliana? É só dizer que a Luíza é toda o pai, o que, por sinal, é uma
grande mentira!
- O que você
quer?
- Quero saber
que horas você chegará amanhã à casa da mamãe. Ian não quer ir de carro por
causa da Lei Seca.
- E por que você
acha que eu vou de carro?
- Eu não disse
que você ia de carro, seu imbecil! - Sim, minha irmã é muito gentil. - Não vou
com você, só quero saber que horas você vai chegar lá.
- Ah... –
Respondi pensativo, tentando encaixar a informação de que eles não iriam de
carro na conversa, mas conheço minha irmã o suficiente para saber que ela
emenda os assuntos, independente de eles terem qualquer ligação.
- Responda a
minha pergunta! – Sim, ela é autoritária também.
– Por volta das sete da noite. – Grunhi.
- Ok, chegaremos
por volta desse horário também. Onde você está?
Ela não ia
desistir. – No shopping Tijuca comprando o presente da Luíza.
- Não acredito
que você deixou para a última hora de novo, André!
– Eu sempre
deixo para a última hora! – Até parece
que não me conhece!
- Você comprou a
boneca da Pepa?
- O quê? – Sei
lá quem é Pepa!
- A Luíza adora
a Pepa! Vou mandar uma foto pra você pelo WhatsApp.
Se
minha sobrinha quer, ela terá!
– Mande pra mim. Comprei uma princesa linda para ela, mas vou dar essa também.
- Pare de encher
a Luíza de mimos, André!
- É minha
sobrinha!
- Arranje uma
filha!
Ok. Agora ela me
irritou! – Mande a porra da foto! Desligando em três, dois, um!
Bufei antes de
desligar. Enquanto aguardava sua mensagem, olhei à frente e vi Aline numa
conversa com a esquisita. Ela e sua orelha larga. Um bip em meu telefone me
trouxe de volta à realidade quando a mensagem da Ju chegou. Cliquei no ícone do
WhastApp e abri a foto. Meu estômago
embrulhou completamente.
- A porca rosa?
Porra! Eu
precisava ter uma conversa urgente com a Luíza!
Em Dezembro
















